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  • Paulo Jorge Pereira

"Olhos Verdes", de Luísa Costa Gomes

Nascida em 1954 e licenciada em Filosofia, foi professora, tem colaborado com jornais como cronista e faz tradução literária. Multipremiada, escreveu o romance "O Defunto Elegante" em parceria com Abel Barros Baptista em 1996. E o seu livro mais recente, "Afastar-se", acaba de ser distinguido com o Prémio Literário Casino da Póvoa, revelado no Correntes d'Escritas, o encontro anual de escritores de expresão ibérica que decorre outra vez em formato presencial.



Luísa Costa Gomes tem repartido o seu trabalho literário por contos, romances e peças de teatro. Depois de "13 Contos de Sobressalto" (1982), estreou-se com romances em 1988 na Quetzal com "O Pequeno Mundo". Entre as obras mais recentes, editadas pela Dom Quixote, estão o romance "A Pirata" (2006); a peça "A Vida em Vénus" (2007); mas também "Dom Mínimo, o Anão Enorme e Outras Histórias", "Ilusão (ou o que quiserem)", ambos de 2009; "1910: Uma Antologia Literária" (2010); "Cláudio e Constantino: Novela Rústica em Paradoxos" (2014); "Florinhas de Soror Nada: A Vida de uma Não-Santa" (2018) e "Afastar-se" (2021). Este último acaba de assegurar-lhe o Prémio Literário Casino da Póvoa, revelado durante o Correntes d'Escritas, encontro anual de autores de expressão ibérica que decorre na Póvoa de Varzim, voltando ao formato presencial depois das alterações motivadas pela pandemia.

É ainda autora do libreto d' "O Corvo Branco", ópera de Philip Glass com encenação de Bob Wilson estreada para a Exposição Universal de Lisboa em 1998, e da cantata "Sobre o Vulcão", musicada por Luís Bragança Gil. "Olhos Verdes" (1994) é um livro no qual predominam a imagem e o sentido de humor e recebeu o Prémio Máxima de Literatura.


Coleção Mil Folhas/Público


"As pessoas são capazes de suportar tudo, desde que o possam suportar confortavelmente sentadas."

Sugestão: ao longo da leitura, vão acompanhando a forma como a autora trata a escrita de estrangeirismos...

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