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  • Paulo Jorge Pereira

Sílvia Mota Lopes lê "Sou Viagem", de Maria Isabel Fidalgo

A escolha de hoje é poética e chega do Minho: Sílvia Mota Lopes, poeta, pintora, ilustradora e escritora de literatura infantil, propõe um poema do livro "Sou Viagem", escrito por Maria Isabel Fidalgo e publicado no ano passado.



Sobre a autora, fica um resumo de informação enviado pela própria leitora: "Maria Isabel Fidalgo, nascida em Braga, a 18 de março de 1951, licenciada em Línguas e Literatura Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é professora aposentada do ensino oficial, tendo exercido funções de docência no Colégio D. Diogo de Sousa até julho de 2020. Exerceu vários cargos de coordenação e orientação de estágio. Além da presente obra de poesia, é também autora de 'Antes De Mim Um Verso' (2015), 'À Roda da Saia' (2018) e 'Sou Viagem' (2020), tendo vindo a contribuir, com a sua voz e as suas reflexões, para a dinamização de encontros e tertúlias poéticas, nomeadamente na Feira do Livro.







Participou nas antologias 'As vozes de Isaque' (poesia, 2016), 'Nem Sempre os Pinheiros São Verdes' (contos, 2017) e 'A Minha Palavra. Antologia de Escritos Avulsos' (2018). Em 2016 marcou ainda presença na obra 'Em Nome do Teu Nome', uma antologia que reuniu cerca de 50 nomes da literatura e das artes tão importantes como Manuel Alegre, Mário Cláudio, Pedro Cabrita Reis ou António Arnault.

Em 2015 participou, como autora, no Festival Literário Tábula Rasa, em Fátima, sob a temática da obra 'Aparição', de Vergílio Ferreira."


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Professora aposentada do ensino oficial, Maria Isabel Fidalgo só no passado mês de julho deixou de exercer funções e, no âmbito literário, tem realizado trabalho poético e não só...

Sílvia Mota Lopes é natural de Braga e nasceu em 1970. Poeta, pintora, ilustradora, autora de literatura infantil e juvenil, editou "Alícia no Bosque" (texto e ilustração, 2012), "Ser Dia e Noite Ser" (texto, 2013), "A Magia de Auris" (ilustração, 2013), "Chegaste Primeiro (ilustração, 2014), "É Aqui que Ela Mora (texto, 2015), "O Cavalinho que Queria Saber a que Cheira a Primavera" (ilustração, 2015), "Pássaro de Mil Cores" (autora do libreto da ópera infantil, 2016), "Esboço" (poesia, 2017), "Aqui há Gato"(ilustração, 2017), "Estrela Watoto" (ilustração, 2017), "Quando Somos Nuvens"(ilustração, 2018), "Dar Corda às Palavras" (texto, 2018), "Passei como um Sussurro para que Escutasses o Vento" (poesia, 2019) e "Amor Puro" (ilustração, 2020). Além disso, o seu trabalho esteve nas seguintes exposições: Mito. Sonho. Realidade, Casa dos Crivos, Braga (1994), Mito. Sonho. Realidade, Casa da Cultura, Póvoa de Lanhoso (1995), Mito. Sonho. Realidade, Barcelos (1995), Mito. Sonho. Realidade, Galeria Muralha, Guimarães (1996), Alícia no Bosque, Livraria Centésima Página, Braga (2011), Pinto Palavras, Livraria Centésima Página, Braga (2014) e Ponte de Lima e as suas Lendas, Biblioteca Municipal, Ponte de Lima (2015).

Participou em diversas exposições coletivas e organizou duas exposições de solidariedade social. É ilustradora solidária da associação Ajudaris.

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