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  • Paulo Jorge Pereira

Susana Gil lê "Prometo Falhar", de Pedro Chagas Freitas

Com mais de duas dezenas de livros publicados, o vimaranense Pedro Chagas Freitas e uma parte do seu "Prometo Falhar" são o centro das atenções na leitura proposta por Susana Gil.



Já fez coisas tão diferentes como licenciar-se em Linguística (Universidade Nova), escrever no jornal A Bola e publicar, em 2010, dez livros seus ao mesmo tempo: "A Pele do Medo", "As Incongruências da Sorte", "Porque Ris Sabendo que Vais Morrer", "Gotas de Dor", "Espasmos de Pânico", "Espasmos d'Alma", "Só os Feios é Que São Fiéis", "Chãos Pisados", "Separação de Males" e "Envelhenescer". Não é, portanto, a falta de dinamismo ou de experiências variadas que Pedro Chagas Freitas, nascido na localidade vimaranense de Azurém a 25 de setembro de 1979, faz o seu dia a dia. Entre chefias de redação e a mera escrita de textos foi trabalhando, a partir de 1997, na revista Estádio D. Afonso Henriques e nos jornais Desportivo de Guimarães, Povo de Guimarães, Global Minho & Porto, Inside e Academia de Talentos. Desde 2001 encarou a escrita criativa como missão que poderia distribuir-se por várias sessões e outra iniciativas públicas e não mais abandonou os temas, tornando-se decisivo para a criação de um campeonato de âmbito nacional (2009).

Em 2004, um contrato com o Grupo Impala levou-o à escrita de uma série de livros. No ano seguinte, entrou no universo da publicidade pela porta da agência Motive, estreando-se no domínio literário com "Mata-me" (2005). De 2006 é a publicação do livro "O Evangelho da Alucinação", tendo esse ano ficado ainda assinalado pela distinção com o Prémio Bolsa Jovens Criadores (Centro Nacional de Cultura e Instituto Português da Juventude). Continuou a dedicar-se à escrita em diferentes géneros para revistas (Minguante, Rede 2020, Plenitude), entre 2006 e 2009 dedicou-se a biografias e outras obras de cariz geral, mas não deixou de lado os seus livros. Em 2007 nasceram as obras "Já Alguma Vez Usaste o Sexo Sem Necessitares de Usar o Corpo" e "A Guerra da Secessão 1981-1985". O ano de 2008 assiste ao lançamento do livro "Os Dias da Noite", mas só depois de Chagas Freitas escrever "Um Bolero e Uma Noite de Verão" para Michael Kotzian, compositor e pianista alemão com ligações à cultura portuguesa - atua em quarteto ao lado de Cláudia Franco (voz), Zé Lima (contrabaixo) e Leandro Leonet (bateria).

Sem deixar de lado a atividade no mundo publicitário, de 2008 (ano em que participou na antologia de homenagem a António Ramos Rosa) a 2010 desempenhou diversos papéis na agência IA&RB, incluindo o de argumentista. A rádio tornou-se novo desafio em 2010, o tal ano do lançamento simultâneo de dez livros seus. "Livro em Direto", na Porto Book Stock Fair, em 2011, foi outro desafio que enfrentou ao escrever um livro durante 24 horas sem paragens. Depois veio "Uma Obra, Mil Autores", ideia de criar o livro com maior número de autores, e ainda a obra "Os Fragmentos de Chagas". Diversificar foi o verbo que manteve a conjugar nas mais variadas vertentes em 2012: na televisão como apresentador para o canal MVM; na Rádio Fundação a engendrar e apresentar "Só Te Quero pelo Teu Corpo"; nas redes sociais com o primeiro curso de escrita criativa apenas via Facebook; nos livros com a publicação de "Eu Sou Deus" e ainda no papel de conferencista.


Editora Marcador


A escrita criativa tem sido um dos inúmeros campos em que Pedro Chagas Freitas se aplica.

"Ou É Tudo ou Não Vale Nada" devolveu-o à escrita em direto e ao vivo, neste caso ao longo de 2012 minutos e "In Sexus Veritas", já de 2013, teve o fôlego correspondente a 1500 páginas. De 2014 para cá manteve intensa a publicação de livros: "Prometo Falhar", de que é apresentado um excerto pela leitura de Susana Gil; "Queres Casar Comigo Todos os Dias?", "Prometo Perder", "Prometo Falhar Todos os Dias" e A Repartição".

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