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  • Paulo Jorge Pereira

"A Noite do D'jambi", de Olinda Beja

Com obra diversificada e multipremiada, Olinda Beja, nascida na cidade são-tomense de Guadalupe, representa aqui o regresso da coletânea "Língua Mátria" com o seu conto intitulado "A Noite do D'jambi".



Nascida em São Tomé e Príncipe, na cidade de Guadalupe, a 12 de fevereiro de 1946, Olinda Beja veio viver em Mangualde com apenas três anos e completou a escolaridade em solo português - desde os estudos da língua francesa até se licenciar em Línguas e Literaturas Modernas, acrescentando a formação com o curso de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Seria professora, mas também contadora de histórias e escritora quer em Portugal, quer na Suíça.

Em 1992 iria conhecer a estreia literária, então na poesia, com "Bô Tendé?". Seguiu-se "Leve, Leve" (1993), ainda sob a forma poética, e o primeiro romance, sob o título "15 Dias de Regresso" (1994). E prosseguiu: "No País do Tchiloli" (1996); "A Pedra de Villa Nova" (1999), "Pingos de Chuva" (2000), "Quebra-Mar" (2001), "Água Crioula" (2002), "A Ilha de Izunari" (2003), "Pé-de-Perfume" (2004), "Aromas de Cajamanga" (2009), "O Cruzeiro do Sul", "A Casa do Pastor" e "Histórias da Gravana", todos de 2011. Depois concentrou-se, por momentos, no universo infantojuvenil "Um Grão de Café" (2013) e voltou à poesia com "À Sombra do Oká" (2015). A seguir, porém, o regresso foi à literatura infantojuvenil com mais três obras: "Tomé Bombom" (2016), "Chá do Príncipe" (2017) e "Simão Balalão" (2019).


The Book Company


A obra de Olinda Beja está traduzida em diversas línguas.

A coletânea Língua Mátria já por aqui passou com contos de João Tordo ("Para que Serve um Irmão Mais Velho", a 2 de agosto) e de Mia Couto ("Os Dançarinos", a 12 de agosto).

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