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  • Paulo Jorge Pereira

Fernando Soares lê um excerto da obra de Nelson Ferraz

Fernando Soares apresenta poesia em mais uma participação aqui no blog: agora a proposta recai na obra de Nelson Ferraz, expressando contactos entre o que fica e o que passa ou teima em persistir.



Nascido no Porto em 1952, Nelson Ferraz participou, ainda na década de 70, na equipa do jornal Notícias de Chaves e, na década seguinte, na revista Espaço Aberto, do GCDT do BESCL. Seguiram-se os jornais Correio do Douro e Gondomar Actual, tendo ainda sido cronista em jornais como Maia Hoje e Gondomar Económico. Integrante dos cadernos "Pinguim Poesia em Pó" (microcoleção do Pinguim Café), está ainda associado a "Nem só de Gin vive o Pinguim".

Elemento da Associação Portuguesa de Escritores (APE) desde 1978 tem obra publicada quer no género poético, quer como prosador. Do primeiro caso são exemplos "Ternura" (1977), "Sintomas" (1978), "Coisas do Tempo" (1999), "As Palavras Côncavas" (2003), "não me ganhas" (2012), "Estou-te nas tintas" (2014), "pois" (2015), "Os Cordões Desapertados" (2016), "cheio. sem açúcar" (2017) e "Homãe" (2019). Quanto à prosa estão publicados "À esquerda de deus" (2004) e "O Colecionador de Bugigangas" (2008).

Nelson Ferraz começou a publicar poesia ainda durante os anos 70, passou por um interregno e regressou em 1999 - pouco tempo depois, aventurava-se também no universo da prosa.

Com uma voz poderosa e enorme experiência, o ator, escritor, encenador e diseur Fernando Soares continua a hipnotizar audiências e a promover a leitura como poucos com experiências diversificadas enquanto ator, em cinema, televisão, teatro, poesia, mas também com trabalho como encenador em contexto prisional, associativo, sénior, e nos projetos teatrais e de poesia em todos os graus de ensino. É, também, autor, professor e formador.

Aqui no blog estreou-se a 20 de março no Especial Alice Vieira Faz Anos com a leitura do poema "São Um Perigo As Palavras". A 27 de abril regressou com a leitura de um excerto de um livro de crónicas de José Saramago, "Deste Mundo e do Outro". No 1.º de Maio, Fernando Soares apresentou um trecho da obra "Sombra Silêncio", escrito por Carlos Poças Falcão. Três dias depois apresentou uma leitura cujo autor preferiu não identificar.

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