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  • Paulo Jorge Pereira

Amílcar Mendes lê "Anúncios Paroquiais"

A escolha de Amílcar Mendes para hoje recai num conjunto de textos recolhidos nas igrejas e aqui reunido sob o título de "Anúncios Paroquiais".



Uma leitura para desanuviar, em dias marcados por desânimo e episódios tristes, é a proposta de hoje que Amílcar Mendes nos apresenta. Não se trata propriamente de selecionar um autor ou até uma obra literária - trata-se de uma recolha de textos encontrados em paróquias, cuja leitura pode proporcionar alguns momentos de boa disposição em função daquilo que nos revelam sobre cada um dos autores.


Uma proposta diferente e invulgar é aquilo que nos apresenta hoje Amílcar Mendes, participante regular aqui no espaço.

Amílcar Mendes, ator e "dizedor de poesia", que também foi coordenador das noites de Poesia do Pinguim Café e do Púcaros Bar, no Porto, deixa-nos uma leitura diferente. A sua estreia aqui no blog registou-se a 5 de junho do ano passado com um excerto de "Gin sem Tónica, mas Também", de Mário-Henrique Leiria. Do dia 3 de julho é a leitura de "Poemas de Ponta & Mola", de Mendes de Carvalho, seguindo-se "Poema do Gato", de António Gedeão, a 7 de julho; "Funeral", de Dinis Moura, a 14 de julho; a 24 desse mês, a escolha recaiu em "Quadrilha", de Carlos Drummond de Andrade; voltou à aposta em António Gedeão com "Trovas para Serem Vendidas na Travessa de São Domingos" a 6 de agosto; a 10 de setembro, o poema "Árvore", de Manoel de Barros, foi a proposta. "Socorro", de Millôr Fernandes, foi a escolha de dia 11 de outubro e, a 29, foi apresentado "História do Homem que Perdeu a Alma num Café", de Rui Manuel Amaral. A 7 de novembro, Amílcar Mendes trouxe "A História é uma História", de Millôr Fernandes. "Aproveita o Dia", de Walt Whitman, foi a proposta a 27 de novembro.

No dia 15 do mês seguinte, Amílcar Mendes leu "A Princesa de Braços Cruzados" , de Adília Lopes. A 19 surgiu "A Morte do Pai Natal", de Rui Souza Coelho. Quase um mês depois, a 17 de janeiro, apresentou "Uma Faca nos Dentes", de António José Forte. A 8 de fevereiro leu o poema "Não Cantes", de Al Berto. No dia 20, apresentou "Ano Comum", de Joaquim Pessoa. Uma semana mais tarde, a proposta centrou-se em dois textos de Mário-Henrique Leiria. A 17 de março propôs "Breves Respostas às Grandes Perguntas", de Stephen Hawking; a 15 de abril a sugestão centrou-se no poema "Se Um Dia a Juventude Voltasse", de Al Berto. "Turris Eburnea", de Inês Lourenço, foi a proposta de 27 de abril. A 25 de maio, a proposta recaiu em "O Dia a Dia de um Músico", com a marca de Erik Satie. No dia 2 de junho, trouxe-nos "Uma Pequenina Luz", de Jorge de Sena. No Especial dedicado ao 10 de junho, Amílcar Mendes selecionou "Portugal", um poema de Jorge de Sousa Braga. A 21 de junho escolheu Max Aub e o seu "Crimes Exemplares".

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