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  • Paulo Jorge Pereira

Sandra Escudeiro lê "A Cor Azul", de Jaime Soares

Sandra Escudeiro está de regresso às leituras por aqui e propõe o conto "Tesouro", inserido no livro "A Cor Azul", de Jaime Soares.



Um jovem escritor e um livro de contos: estas são as propostas de leitura hoje apresentadas aqui por Sandra Escudeiro. Nascido em Vila Nova de Famalicão a 14 de janeiro de 1987, Jaime Soares licenciou-se em Línguas, Literaturas e Culturas (Português/Inglês), tornando-se mais tarde mestre na área dos Estudos Anglo-Americanos (Literatura e Cultura) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

De 2014 é o momento em que foi distinguido no 1.º Concurso Internacional de Literatura da ALACIB (1.º lugar, categoria Crónica, texto "Caixa"). Além disso, a Revista TriploV, de Artes, Religiões e Ciências, apresentou um texto seu sob o título "Má Rês". Dois anos mais tarde recebeu uma bolsa da Associação Luso-Britânica e, ao longo de um ano, desenvolveu atividade no CETAPS (Centre for English, Translation and Anglo-American Studies), da Universidade do Porto. Aqui teve oportunidade de colaborar no desenvolvimento de atividades culturais e académicas como seminários com a participação de docentes e o envolvimento de escritores, bem como diversas sessões de cinema. A sua ação inclui a apresentação de comunicações em diversas conferências nas cidades de Porto, Braga e Boston.

Em 2017, escreveu para a revista editada pela Don DeLillo Society "Don't Blame the Players, Blame the 'System': a Systemic Reading of Don DeLillo's The Names".

Podem saber mais sobre o escritor e contactá-lo aqui, na sua página da rede social Facebook. Publicados por Jaime Soares estão ainda "A Cor Verde" (2018) e "A Cor Vermelha" (2020).


Editorial Novembro


Escrita e leitura são domínios das horas vagas de Jaime Soares, uma vez que desenvolve o seu trabalho no campo da indústria têxtil.

Sandra Escudeiro, que se identifica como "uma amante da Leitura", mas também artesã, tem presença regular aqui no blog, nasceu em 1973 e vive em Vila Nova de Famalicão. É a dinamizadora do "Clube de Leitores", na biblioteca escolar da Escola Básica de Ribeirão, onde trabalha há 11 anos. Por outro lado, é também artesã e, em part time, dedica-se à trapologia desde 2009. Inspira-se na literatura e nos seus autores, idealiza e constrói bonecos exclusivos em trapos designados "Bonecos Urbanos", aqui surgindo as "Figuras Literárias", isto é, bonecos que caracterizam os mais importantes escritores, diversas personagens das histórias infantis bem como outros seres idealizados na imaginação da criadora. Podem acompanhar aqui o seu maravilhoso trabalho: bonecosurbanos.blogspot.com.

Está já nas dezenas a sua participação aqui no blog. Tudo começou com a leitura do poema "A Espantosa Realidade das Coisas", de Alberto Caeiro, heterónimo de Fernando Pessoa, a 15 de junho; seguiram-se "O Limpa-Palavras", de Álvaro Magalhães, a 26 desse mês; "Canção na Massa do Sangue", de Jacques Prévert, a 30 de julho; "Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres", de Clarice Lispector, a 2 de outubro; "Só" e "O Poço é o Pêndulo", de Edgar Allan Poe, foram as suas leituras de 2 de novembro; no dia 21 desse mês regressou com "Os Transparentes", de Ondjaki. E aproveitou o centenário da escritora Clarice Lispector para regressar, participando nessa edição especial com Inês Henriques e recorrendo à leitura de dois fragmentos da obra da brasileira, no dia 10 de dezembro. A 23 desse mês voltou, então para apresentar um excerto do livro "O Pintor Debaixo do Lava-Louças", de Afonso Cruz. Seguiu-se a presença de 24 de janeiro quando apresentou o poema "Quarto Crescente", do livro "Luto Lento", escrito por João Negreiros. A 10 de fevereiro leu "Devia Morrer-se de Outra Maneira", escrito por José Gomes Ferreira. Cerca de um mês mais tarde foi uma das vozes que contribuíram para o Especial dedicado ao Dia Internacional da Mulher, lendo um excerto de "Insubmissão", de Maria Teresa Horta. A 26 de março trouxe um trecho da obra "A Desumanização", de Valter Hugo Mãe. "A Ininita Fiadeira", de Mia Couto, foi a sua proposta de 6 de maio.

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