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  • Paulo Jorge Pereira

Armando Liguori Junior lê "Diluição", de Joana M. Lopes

Livros para os mais jovens, romances, teatro em parceria, poesia: o trabalho literário de Joana M. Lopes é diversificado e proporciona leituras variadas. Hoje, a proposta de Armando Liguori Junior recai sobre o poema "Diluição", inserido na mais recente obra da autora: "Demolição".



Nascida em 1984, Joana M. Lopes é licenciada em Animação Cultural e mestre em Animação Artística, dedicando-se a programas no âmbito da mediação cultural além de ser artista plástica. Começou por dedicar-se à escrita de livros infantojuvenis, publicando "De onde Vêm as Bruxas" - que recebeu o prémio do Pingo Doce para Literatura Infantil -, "O que Tem a Barriga da Mãe?", "Corações aos Milhões", "Manuel, o Menino com Asas de Livros" e "Marcelo, o Presidente" antes da estreia no romance com "A Vida de um Homem que Perseguia Poemas", seguindo-se "Cabeça de Andorinha".

A chegar às livrarias está "Demolição", obra de poesia que hoje aqui tem uma leitura protagonizada por Armando Liguori Junior, neste caso com o poema "Diluição". De 2021 é a peça "Blind Date", escrita em parceria com Afonso Cruz. Antes, "A Chama de Adrião Blávio", publicado em 2020, foi o seu segundo romance e já aqui teve abordagens em diferentes momentos - a estreia aconteceu pela voz da própria autora, a 25 de setembro de 2020, regressou a 4 de novembro e também a 29 de agosto quando li um trecho pela segunda vez no Especial dedicado à Feira do Livro. Antes, a 3 de junho, Sara Loureiro lera um excerto do primeiro trabalho de Joana M. Lopes: "A Vida de um Homem que Perseguia Poemas". Depois disso apresentou a sua leitura da poesia de Hilda Hilst do livro "Do Desejo".

A atividade da autora pode ser acompanhada através das redes sociais, seja no Facebook ou no Instagram.


Ideia-Fixa


Joana M. Lopes é licenciada em Animação Cultural e mestre na área de Animação Artística.

Armando Liguori Junior, ator e jornalista de formação, publicou, há pouco tempo, "Eu Poderia Esstar Matando", mas tem outros livros publicados: três de poemas ("A Poesia Está em Tudo" – Editora Patuá 2020; "Territórios" – Editora Scortecci 2009; o recente "Ser Leve Leva Tempo", que já aqui apresentou; e um de dramaturgia: "Textos Curtos para Teatro e Cinema (2017) – Giostri Editora). Atualmente mantém um canal no YouTube (Armando Liguori), dedicado a leituras literárias, especialmente de poesia. Estreou-se nas leituras aqui para o blog com "Se te Queres Matar Porque Não te Queres Matar?", de Álvaro de Campos, a 15 de julho de 2020, seguindo-se "Continuidades", de Walt Whitman, a 7 de agosto e "Matteo Perdeu o Emprego", de Gonçalo M. Tavares, a 11 de setembro, várias leituras do meu "Murro no Estômago" (a 16 de outubro de 2020 e a 5 de setembro de 2021). Em 2021, a 12 de fevereiro, apresentou "Pelo Retrovisor", de Mário Baggio, seguindo-se "A Gaivota", de Anton Tchekhov, a 27 de março, Dia Mundial do Teatro; "A Máquina de Fazer Espanhóis", de Valter Hugo Mãe, a 5 de maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa; e, a 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, com leituras de "Cheira Bem, Cheira a Lisboa", de César de Oliveira, e um trecho de "Viagem", de Miguel Torga. A 26 de outubro surgiu "O Medo", de Carlos Drummond de Andrade, e Niels Hav com "Em Defesa dos Poetas" foi o passo seguinte, a 28. Antes de hoje, Armando Liguori Junior apresentara "Algo Está em Movimento", de Affonso Romano de Sant'Anna, a 30 de outubro de 2021. A 2 de março de 2022 leu "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", de Jorge Amado, e no dia 6 apresentou "A Máquina", de Adriana Falcão. "As Coisas", de Arnaldo Antunes, foi a proposta de 13 de março.

A 5 de maio, Dia Mundial da Língua Portuguesa, leu "Ser Leve Leva Tempo". A 13, Armando Liguori Junior deixou outro exemplo de talento ao ler "Pássaro Triste", do seu livro "Toda Saída É de Emergência". No dia 19, Cecília Meireles e o poema "Escolha o seu Sonho" foram as propostas. Seguiu-se um excerto de "Macunaíma", de Mário de Andrade, a 27 de maio. De 3 de junho é a proposta de leitura de "Sapatos", de Rubem Fonseca. A 4 de novembro leu "Samadhi", de Leila Guenther. De dia 24 é "Carta a Meus Filhos sobre os Fuzilamentos de Goya", de Jorge de Sena. "O Gato e o Pássaro", de Jacques Prévert", foi a leitura de 29 de novembro. A 13 de janeiro trouxe um poema de Cristina Peri Rossi. A 5 de maio, no Especial sobre o Dia Mundial da Língua Portuguesa, aqui voltou o seu "Ser Leve Leva Tempo". A 18 de maio voltou "O Medo", de Carlos Drummond de Andrade. No dia 5 de junho apresentou "O Poeta Fernando", inserido no seu novo livro intitulado "Eu Poderia Estar Matando". A 15 de junho regressou "Algo Está em Movimento", de Affonso Romano de Sant'Anna. A 19 de junho leu "O Último Poema do Último Príncipe", de Matilde Campilho. A 28 de agosto voltou "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", de Jorge Amado. De 9 de novembro é a leitura do meu terceiro livro, "Filho da PIDE".

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